Opa. Tudo bom, guerreiros? Guerreiros, é a porra. Guerreiro é o cara que ganha R$ 400 por mês como motoboy e sustenta uma casa com filhos, esposa, mãe, tio, sobrinho e neto. Chamar onze (ou doze, ou 200, porque essas merda de BBB demora um século para terminar) modelos para uma casa com tudo o que há de bom e de melhor, com a chance de ganhar um milhão de reais é um sonho, não um massacre. O Zé, o Pedro, o Jórbinson (esses nome de pagodeiro), não participam desses reality shows da tv brasileira, pelo simples fato de serem pessoas feias e pobres.
O BBB é um programa completamente idiota, onde um número x de gente gostosa se reúne para não fazer nada, e, em que muita tia gorda mal-comida vota para a eliminação de um ou de outro modelo rico e sarado, mas que não consegue fazer a tabuada do dois, para que este ganhe 1 milhão de pilas.
Caralho, um milhão de reais, para um filho da puta que não faz merda nenhuma numa casa cheia de gostosa?! Caralho! CARALHO!
O processo seletivo do BBB se dá da seguinte forma: É feito um ditado. As pessoas que mais errarem as palavras estão dentro. Se não souber escrever, melhor, que aí já pula uma etapa. A segunda, é fazer acadêmia. Quem não faz, tá fora. Quem faz, segue na disputa. E a última: profissão. Modelos e outras profissões inúteis são os prediletos, lembrando que alguém tem de ser negro, pois até aí tem cota. Resumindo, a fase das profissões é a que separa os meninos dos homens (ou os idiotas dos muito idiotas, respectivamente), criando assim o casting para esta maravilha televisiva moderna. Após esta fase, as pessoas selecionadas são enclausuradas em um calabouço, onde são submetidas a mais de uma semana ao som de Michel Teló, Harmonia do Samba e Agnaldo Timóteo. Os sobreviventes são os participantes da próxima edição, e concorrerão a um milhão de reais, pagos em barras de ouro que valem mais do que dinheiro.
Para piorar a pitoresca situação, não felizes em aterrorizar os telespectadores no próprio programa, alguns ex-BBB (eu prefiro ter um filho manja-rola do que um filho ex-BBB), ainda continuam na TV, participando de novelas, apresentando programas, ou, na pior das hipóteses, fervendo por aí em qualquer festa que possua cobertura da imprensa. É o drama, o pesadelo, o filme de terror encenado pela corja da sociedade, por pessoas que se igualam a aquele boçal que ouve funk no celular no ônibus, as pessoas que ainda tem orkut e ao pessoal que rebaixa carro e põe um som no volume "você nunca mais dormirá" e que bebem no posto.
O BBB é um programa completamente idiota, onde um número x de gente gostosa se reúne para não fazer nada, e, em que muita tia gorda mal-comida vota para a eliminação de um ou de outro modelo rico e sarado, mas que não consegue fazer a tabuada do dois, para que este ganhe 1 milhão de pilas.
Caralho, um milhão de reais, para um filho da puta que não faz merda nenhuma numa casa cheia de gostosa?! Caralho! CARALHO!
O processo seletivo do BBB se dá da seguinte forma: É feito um ditado. As pessoas que mais errarem as palavras estão dentro. Se não souber escrever, melhor, que aí já pula uma etapa. A segunda, é fazer acadêmia. Quem não faz, tá fora. Quem faz, segue na disputa. E a última: profissão. Modelos e outras profissões inúteis são os prediletos, lembrando que alguém tem de ser negro, pois até aí tem cota. Resumindo, a fase das profissões é a que separa os meninos dos homens (ou os idiotas dos muito idiotas, respectivamente), criando assim o casting para esta maravilha televisiva moderna. Após esta fase, as pessoas selecionadas são enclausuradas em um calabouço, onde são submetidas a mais de uma semana ao som de Michel Teló, Harmonia do Samba e Agnaldo Timóteo. Os sobreviventes são os participantes da próxima edição, e concorrerão a um milhão de reais, pagos em barras de ouro que valem mais do que dinheiro.
Para piorar a pitoresca situação, não felizes em aterrorizar os telespectadores no próprio programa, alguns ex-BBB (eu prefiro ter um filho manja-rola do que um filho ex-BBB), ainda continuam na TV, participando de novelas, apresentando programas, ou, na pior das hipóteses, fervendo por aí em qualquer festa que possua cobertura da imprensa. É o drama, o pesadelo, o filme de terror encenado pela corja da sociedade, por pessoas que se igualam a aquele boçal que ouve funk no celular no ônibus, as pessoas que ainda tem orkut e ao pessoal que rebaixa carro e põe um som no volume "você nunca mais dormirá" e que bebem no posto.